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13 de Agosto de 2022

Ano LXXIX


Quinzenalmente consigo o Famoso

(Próxima Edição em 27 de Agosto de 2022)

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«A Obra da Rua é fruto duma alma de Padre extremamente rica. Ou por outras palavras: a Obra da Rua é fruto de uma vida interior intensíssima, autêntica. (Padre António de Almeida Garrido, reprodução de artigo publicado in O GAIATO n.º 545, de 30-01-1965, Ed. Casa do Gaiato, 16 páginas)


Padre Manuel António - de Paço de Sousa a Benguela, Ed. Casa do Gaiato, 416 páginas

Pedidos para Casa do Gaiato de Paço de Sousa, telefone 255752528, e-mail geral@obradarua.pt ou em www.obradarua.pt .

Foi no dealbar do ano de 1964 que começaram os trabalhos para a construção da Casa do Gaiato de Benguela. Começara a corrida estonteante para incutir uma ideia, tocar os corações e congregar boas vontades para valer a tantas crianças geradas fora do ambiente familiar. Foi tempo de abrir feridas por não poder acolher a todos os que justamente deveriam encontrar na Casa do Gaiato a família que nunca tiveram, mas que, pela impossibilidade de chegar a todos, tinham de continuar a sua vida sem rumo digno.

Rapidamente passou uma dezena de anos... A Aldeia do Gaiato foi integralmente construída e integrada no mundo das relações humanas e sociais, e muitos dos seus filhos encontraram a autonomia no meio da sociedade, normalmente constituindo a sua família, pois a vida em família foi um dos maiores valores que lhes foi proposto na Casa do Gaiato. Tanto se fez em tão pouco tempo...

O ano de 1974 veio interromper bruscamente a vida desta família, dispersando-a. Mas como o que é verdade não pode não ser, de novo as portas da Casa do Gaiato de Benguela se abriram, no início da década de 90, para se reconstruir e retomar a sua tarefa de bem-fazer aos seus, os rapazes da rua e os pobres abandonados à sua indigência. - do Prefácio do Padre Júlio.


PADRE ANTÓNIO BAPTISTA DOS SANTOS, A Madona em Giotto e Rafael, Ed. Modo de Ler, 23 páginas

«Há vidas que fazem a diferença, por isso se inscrevem em nós e, por isso, andam connosco. É respeito e espanto de admiração o que sinto por Padre Baptista. Pergunto-me por que artimanhas do destino ou enigmáticas escritas de Deus se constrói a singularidade de um homem. Em vão procuro como explicá-lo a mim próprio. (...)

Guardo para mim que, durante sessenta anos, Padre Baptista alimentou, limpou, mudou, cuidou corpos e mentes "impedidos", procurando preservar ou restituir-lhes a dignidade de pessoas. (...)

Este livro tem por base um texto antigo, com mais de setenta anos, da autoria de Padre Baptista, e destinado a avaliação final da "cadeira" de Filosofia do Padre Honorato Rosa (1920-1968), no Seminário dos Olivais. (...)

Se A Madona em Giotto e Rafael nada acrescenta ao retrato essencial  do seu autor, também nada subtrai. Em todo o caso, ilumina, como aquelas fotografias antigas onde esquecidos de nós nos reencontramos e, sobretudo, testemunha que Padre Baptista foi desde cedo sensível à beleza. (...)»

Henrique Manuel Pereira, in A Madona em Giotto e Rafael, Editora Modo de Ler

Pedidos para Casa do Gaiato de Paço de Sousa, tel. 255752285, e-mail geral@obradarua.pt, em www.obradarua.pt ou à Editora Modo de Ler. 


Obra do Pintor Avelino Leite, exposta no Memorial Padre Américo
Obra do Pintor Avelino Leite, exposta no Memorial Padre Américo

Venerável Padre Américo

O dia 12 de Dezembro de 2019 nasceu com a notícia, há muito esperada, da proclamação de Pai Américo Venerável da Igreja Católica. A Promulgação do Decreto da Congregação para as Causas dos Santos, feita no dia anterior, resultou da autorização do Santo Padre Francisco dada em audiência ao Prefeito da mesma Congregação, Cardeal Angelo Becciu, a promulgar entre outros, o Decreto relativo a Pai Américo:

«As virtudes heroicas do Servo de Deus, Américo Monteiro de Aguiar, Sacerdote diocesano, nascido em Salvador de Galegos (Portugal), em 23 Outubro 1887 e falecido em 16 Julho 1956 no Porto (Portugal)»:
Está assim dado o primeiro passo na direcção do sentir do Povo que já no seu tempo de vida o proclamava santo, ao que Pai Américo ironizava, dizendo «santo de pau carunchento». A Igreja dá agora este passo abrindo caminho à sua Beatificação que terá de ser confirmada por um milagre atribuído à sua intercessão. Muitos são já aqueles que lhe atribuem graças recebidas e também nós vemos confirmada a sua afirmação: «A minha obra começa quando eu morrer».

Museu - Memorial Padre Américo / Obra da Rua

Aberto para visitas - marcação prévia

Consulte horário e marque visita no item MUSEU.


Entrada livre.

Instalado no edifício das Escolas da Casa do Gaiato de Paço de Sousa



Livro

«Padre Américo, Místico do nosso tempo»

de José da Rocha Ramos

Editorial Casa do Gaiato

«Místico na acção, eis Padre Américo. O método oracional deste místico dos tempos modernos é o mais antigo da História do Cristianismo. Mergulha as raízes na própria génese do Cristianismo. Uns anos após a sua morte, o Concílio Vaticano II mais não faria do que confirmá-lo nas suas Constituições

José da Rocha Ramos, Padre Américo, místico do nosso tempo

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