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Museu - Memorial Padre Américo / Obra da Rua

Aberto para visitas - marcação antecipada.

Consulte horário e marque visita em MUSEU.

Entrada livre.


Instalado no edifício das Escolas da

Casa do Gaiato de Paço de Sousa.

NOVO LIVRO «Padre Baptista - Alma, Corpo, Mãos e Coração de O CALVÁRIO»

consulte item LIVROS - Editorial Obra da Rua ou aqui para mais informações

«(...) 1. O Padre António Baptista dos Santos tem 87 anos. Foi ordenado sacerdote há mais de sessenta anos e dedicou a maior parte deste tempo à «Obra do Calvário», em Beire.

2. Acompanhei, durante o período em que exerci as funções de Presidente da República, a «Obra do Calvário»: a criação de uma estrutura assintencial exemplar, e os cuidados que a Obra prodigalizava a seres humanos rejeitados pela sociedade e, muitas vezes, pelas famílias, em que avultavam doentes incuráveis (frequentemente em estado terminal) ou pessoas com deficiências físicas e mentais profundas - pessoas abandonadas à sua sorte, desprovidas de qualquer autonomia individual e sentido de dignidade.

3. Admirei, em especial, a simplicidade com que o Padre António Baptista aceitava a missão de acolher todos, sem nunca os exibir, nem mesmo, para mendigar ajuda...»

Parte do Testemunho no livro

General António Ramalho Eanes


do livro da Editorial Obra da Rua

 «VIAGENS»

«... Afinal de contas parece-me que não sai o livro «De como eu subi ao altar». Vamos a mais de meio caminho de viagem e eu não tenho feito nada. De Lisboa até ao ponto aonde esta escrevo, o mar tem sido tranquilo. Dentro de mim também há paz. Papel não falta; o Júlio preveniu-se. Quanto à caneta, ele é verdade que me roubaram no porto das Canárias a que eu trazia. No entanto não é óbice, arranjei logo outra. Já tenho uma caneta. De maneira que nem é falta de tempo, nem de papel, nem de disposição, nem nada. É o «eu». Sinto dificuldade. Encalho. Emperro. Isto não vai prá frente. Já me lembrei de pôr um «ele», baseado naquela frequente dúvida do povo que me vê passar: «É ele? Será ele?». Ora parece-me que com este «ele», eu poderei fazer o livro. Vamos a ver...»

Padre Américo, Viagens, 2.ª Edição, pp. 197-198

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