16 de Julho de 1956 : 16 de Julho de 2018 - 62 anos de ausência, muito presente: Um novo começo.


Já saiu a Edição n.º 1940 do «Famoso»

O GAIATO

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do livro da nossa Editorial

 «De como eu fui...»

«Se no mundo houve jamais um homem que, sem a paixão do dinheiro, vive à caça do dito, sou eu! Peditórios. Pedir de muitas maneiras, em muitos lugares, a um mundo de gente.

Desta feita teve lugar na Póvoa de Varzim. (...)

Pedi em três assembleias sucessivas. Melhor, falei; e os rapazes aqui nomeados iam por entre os circunstantes da Missa, saca na mão.

Há episódios que vale a pena narrar. Os jornais são para dar publicidade às notícias dos nossos, em nossa Casa. Eis um. Conta o Licínio: Estava uma Pobre a pedir às portas da igreja. Era assim às do templo, naquele tempo! Uma senhora dá-lhe dois tostões. A Pobre toma a moeda e, em lugar de a guardar na algibeira, guarda-a no bolso do Licínio para ficar a render juros na Casa do Gaiato - e que juros! Outro. É o Zé Eduardo que relata: Um garoto da rua, na Missa, quer saber, pergunta qual é a saca da Casa do Gaiato. Zé Eduardo aproxima-se. Ele bota um tostão. Os incognoscíveis a ensinar os notáveis!»

Padre Américo, De como eu fui..., p. 118-119


Museu - Memorial Padre Américo / Obra da Rua

Inaugurado em 23 de Outubro de 2017

com a exposição 130 anos do Nascimento de Pai Américo,

no edifício da Escola da

Casa do Gaiato de Paço de Sousa.

Está aberto para visitas.

Entrada livre.

Aqui ou no item MUSEU pode consultar horário                        e fazer marcação para visita.

As nossas CASAS - Encontre a informação que procura