Já saiu a Edição n.º 2031

de

15 de Janeiro de 2022

Ano LXXVIII


Quinzenalmente consigo o Famoso

(Próxima Edição em 29 de Janeiro de 2022)

Clique no jornal para ampliar e ler 

Aceda à Edição online em formato próprio com todo o conteúdo da Edição em papel 

Venha conhecer O GAIATO digital assinando-o por um mês, após o que a assinatura terminará.

Querendo continuar assinante pode inscrever-se fazendo nova inscrição (permanente).

(A assinatura não tem preço, como é apanágio das nossas Edições.)

NOVAS PUBLICAÇÕES


Padre Manuel António - de Paço de Sousa a Benguela, Ed. Casa do Gaiato, 416 páginas

Pedidos para Casa do Gaiato de Paço de Sousa, telefone 255752528, e-mail geral@obradarua.pt ou em www.obradarua.pt .

Foi no dealbar do ano de 1964 que começaram os trabalhos para a construção da Casa do Gaiato de Benguela. Começara a corrida estonteante para incutir uma ideia, tocar os corações e congregar boas vontades para valer a tantas crianças geradas fora do ambiente familiar. Foi tempo de abrir feridas por não poder acolher a todos os que justamente deveriam encontrar na Casa do Gaiato a família que nunca tiveram, mas que, pela impossibilidade de chegar a todos, tinham de continuar a sua vida sem rumo digno.

Rapidamente passou uma dezena de anos... A Aldeia do Gaiato foi integralmente construída e integrada no mundo das relações humanas e sociais, e muitos dos seus filhos encontraram a autonomia no meio da sociedade, normalmente constituindo a sua família, pois a vida em família foi um dos maiores valores que lhes foi proposto na Casa do Gaiato. Tanto se fez em tão pouco tempo...

O ano de 1974 veio interromper bruscamente a vida desta família, dispersando-a. Mas como o que é verdade não pode não ser, de novo as portas da Casa do Gaiato de Benguela se abriram, no início da década de 90, para se reconstruir e retomar a sua tarefa de bem-fazer aos seus, os rapazes da rua e os pobres abandonados à sua indigência. - do Prefácio do Padre Júlio.


PADRE ANTÓNIO BAPTISTA DOS SANTOS, A Madona em Giotto e Rafael, Ed. Modo de Ler, 23 páginas

«Há vidas que fazem a diferença, por isso se inscrevem em nós e, por isso, andam connosco. É respeito e espanto de admiração o que sinto por Padre Baptista. Pergunto-me por que artimanhas do destino ou enigmáticas escritas de Deus se constrói a singularidade de um homem. Em vão procuro como explicá-lo a mim próprio. (...)

Guardo para mim que, durante sessenta anos, Padre Baptista alimentou, limpou, mudou, cuidou corpos e mentes "impedidos", procurando preservar ou restituir-lhes a dignidade de pessoas. (...)

Este livro tem por base um texto antigo, com mais de setenta anos, da autoria de Padre Baptista, e destinado a avaliação final da "cadeira" de Filosofia do Padre Honorato Rosa (1920-1968), no Seminário dos Olivais. (...)

Se A Madona em Giotto e Rafael nada acrescenta ao retrato essencial  do seu autor, também nada subtrai. Em todo o caso, ilumina, como aquelas fotografias antigas onde esquecidos de nós nos reencontramos e, sobretudo, testemunha que Padre Baptista foi desde cedo sensível à beleza. (...)»

Henrique Manuel Pereira, in A Madona em Giotto e Rafael, Editora Modo de Ler

Pedidos para Casa do Gaiato de Paço de Sousa, tel. 255752285, e-mail geral@obradarua.pt, em www.obradarua.pt ou à Editora Modo de Ler. 

Obra do Pintor Avelino Leite, exposta no Memorial Padre Américo
Obra do Pintor Avelino Leite, exposta no Memorial Padre Américo

Venerável Padre Américo

O dia 12 de Dezembro de 2019 nasceu com a notícia, há muito esperada, da proclamação de Pai Américo Venerável da Igreja Católica. A Promulgação do Decreto da Congregação para as Causas dos Santos, feita no dia anterior, resultou da autorização do Santo Padre Francisco dada em audiência ao Prefeito da mesma Congregação, Cardeal Angelo Becciu, a promulgar entre outros, o Decreto relativo a Pai Américo:

«As virtudes heroicas do Servo de Deus, Américo Monteiro de Aguiar, Sacerdote diocesano, nascido em Salvador de Galegos (Portugal), em 23 Outubro 1887 e falecido em 16 Julho 1956 no Porto (Portugal)»:
Está assim dado o primeiro passo na direcção do sentir do Povo que já no seu tempo de vida o proclamava santo, ao que Pai Américo ironizava, dizendo «santo de pau carunchento». A Igreja dá agora este passo abrindo caminho à sua Beatificação que terá de ser confirmada por um milagre atribuído à sua intercessão. Muitos são já aqueles que lhe atribuem graças recebidas e também nós vemos confirmada a sua afirmação: «A minha obra começa quando eu morrer».

Museu - Memorial Padre Américo / Obra da Rua

Aberto para visitas - marcação antecipada.

Consulte horário e marque visita no item MUSEU.


Entrada livre.

Instalado no edifício das Escolas da Casa do Gaiato de Paço de Sousa



do livro

«Obra da Rua»

"Editorial Casa do Gaiato"

«O livro que agora sai com o nome de Obra da Rua, é um relatório...

Trata-se do relatório de uma vida inteiramente devotada ao Pequenino de palhas infelizes, herdeiro forçado da miséria social com suas muitas e variadas constelações.

É a voz de um coração que vive e que sente a vida e a sorte das chusmas infantis, a vender jornais nas ruas, a tirar lixo das latas, a guiar cegos nas feiras, a ir pela sopa aos quartéis; e, sobretudo, os dados à moinice, viciados, pervertidos pela família e pela sociedade, a chupar pontas de cigarros - o prólogo dos grandes crimes. Eles, património da Nação, os predilectos de Jesus, que se morressem naquela idade, iriam vestidos de branco com sinos a repicar.»

Padre Américo, Obra da Rua, pp. VII-VIII

As nossas CASAS - Encontre a informação que procura