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Venerável Padre Américo

O dia 12 de Dezembro de 2019 nasceu com a notícia, há muito esperada, da proclamação de Pai Américo Venerável da Igreja Católica. A Promulgação do Decreto da Congregação para as Causas dos Santos, feita no dia anterior, resultou da autorização do Santo Padre Francisco dada em audiência ao Prefeito da mesma Congregação, Cardeal Angelo Becciu, a promulgar entre outros, o Decreto relativo a Pai Américo:
«As virtudes heroicas do Servo de Deus, Américo Monteiro de Aguiar, Sacerdote diocesano, nascido em Salvador de Galegos (Portugal), em 23 Outubro 1887 e falecido em 16 Julho 1956 no Porto (Portugal)»:
Está assim dado o primeiro passo na direcção do sentir do Povo que já no seu tempo de vida o proclamava santo, ao que Pai Américo ironizava, dizendo «santo de pau carunchento». A Igreja dá agora este passo abrindo caminho à sua Beatificação que terá de ser confirmada por um milagre atribuído à sua intercessão. Muitos são já aqueles que lhe atribuem graças recebidas e também nós vemos confirmada a sua afirmação: «A minha obra começa quando eu morrer».

Museu - Memorial Padre Américo / Obra da Rua

Aberto para visitas - marcação antecipada.

Consulte horário e marque visita no item MUSEU.


Entrada livre.

Instalado no edifício das Escolas da Casa do Gaiato de Paço de Sousa



do livro da "Editorial Casa do Gaiato"

«Pão dos Pobres - 3.º Volume»

«Há dias topei um garoto de quatro anos, à beira dum cesto de pão, a chorar por pão. A mãe é padeira e tirou das mãos do filho um pão de dois tostões que ele havia tomado do cesto para comer. Eu vi as lágrimas do filho; as da mãe haviam de ser bem maiores, mas estavam escondidas no coração! A honestidade do Pobre tanta vez calcada aos pés por quem se não farta de criticar as coisas que desconhece!

Ai que se tu sabes chorar comigo estes episódios de glória que tiram toda a sua grandeza da maneira como Deus os conhece; se tu, quem quer que sejas, mereces o sorriso da criança que hoje te apresento e a bênção da velhinha que a acompanhou - se assim é, és feliz! Se não, não.»

Padre Américo, Pão dos Pobres, 3.º Vol., pp. 129-130

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